Ah, a Vida!
É um extremo momento de declínio do ser,
É uma constante exaltação da humanidade.
É uma sequencia interminável de paixões,
De encantos e desencantos, de segredos,
De fatos inimagináveis mesmo ao ser constituído
Da mais sublime sabedoria.
Ah, a Vida!
É uma certeza inexistente daquilo que existe.
Encerra em si,
O mais valioso tesouro, que só compra
Aquilo que não se vende.
Ela é dom interminável e incompensável!
Ah, a Vida!
Tão infame,
Tão desgraçada,
Tão esquisita.
Tão deliciosa de ser vivida,
Tão desejada no cotidiano do mundo.
A nossa vida!
Vale de lágrimas frente ao jardim das delícias.
Vivida única e exclusivamente para um determinado fim:
Amar,
Ser amor,
Doar-se na cô(ós)mica dança da Vida.
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